Crônica de Fernando Sabino - "O melhor amigo"
A crônica "O melhor amigo" de Fernando Sabino, é uma crônica humorística na qual é retratado um dialogo entre mãe e filho.
O diálogo se inicia quando o filho chega em casa e vai direto para o quarto, mas a mãe percebe que ele carrega algo consigo e o questiona. Depois de muita insistência, o menino diz á mãe que pegou um cachorrinho na rua e logo pediu para abriga-lo em casa.
A mãe negou o pedido do filho, dizendo que já tinha muita dor de cabeça e que ele tinha 10 minutos para se desfazer de seu amigo. O menino choramingou, mas de nada adiantou, então após o tempo dado por sua mãe, ele saiu para "se livrar" do seu melhor amigo.
Voltou para casa com 30 dinheiros, sussurrando que poderia ter vendido por 50 até se quisesse. Ao meu ver, crônica tem como objetivo mostrar de forma humorística, como as amizades são vendidas por quase nada nos dias atuais.
Crônica de Rubem Braga - "Um sonho de simplicidade"
Na crônica "Um sonho de simplicidade" de Rubem Braga, ele faz uma certa comparação entre dois tipo de vida: a simples e a que possui mais riqueza.
Ele fala sobre as diferentes necessidades dos dois estilos de vida que já viveu, e acaba chegando á conclusão de que era mais feliz quando pescava e tomava cachaça para esquentar ao invés de tomar o seu atual uísque. Que sente falta da simplicidade, das necessidades e de apenas poder supri-las, sem tantos exageros.
Crônica de Luís Fernando Veríssimo - "Se eu fosse Deus"
Na crônica "Se eu fosse Deus" de Luís Fernando Veríssimo, ele expressa sua vontade de ter todos os poderes de Deus, de ser Deus. Não para "melhorar" o mundo, mas sim para conquistar mulheres.
Ele diz que se fosse Deus, poderia impressioná-las com surpresas naturais (luar perfeito), dar-lhes várias coisas, satisfazer todos os seus desejos e se nada disso adiantasse então, poderia modificar sua aparência "Sem barba. Outro nariz. Mais alto..."
Ao meu ver, a intenção de Veríssimo com essa crônica é dizer que, hoje, a maioria das mulheres muitas vezes se impressionam com a beleza exterior dos homens e não com o que eles fazem para impressioná-las.
Atividade proposta pela professora Ilvanita, de Língua Portuguesa, que nos orientou a pesquisar sobre os principais cronistas brasileiros e uma de suas crônicas para nos aprofundarmos em crônicas, gênero estudado em sala de aula.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Síntese de crônicas (continuação da postagem "Cronistas brasileiros")
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Cronistas Brasileiros
Fernando Sabino:
Nasceu em 12 de outubro de 1923, na capital mineira, Belo Horizonte. Aprendeu a ler em casa, na adolescência trabalhou como locutor de rádio e já escrevi para revistas da cidade.
Nasceu em 12 de janeiro de 1913, na cidade de Cachoeira de Itapemirim, filho de Raquel Coelho Braga e Francisco Carvalho Braga, dono do Jornal “Correio do Sul”. Começou no jornalismo escrevendo crônicas para o jornal “Diário da Tarde”, e trabalhou como repórter no “Diários Associados”.
Nos anos 80, colaborou no caderno cultural Folhetim, da Folha de S. Paulo. Rubem Braga morreu no Rio de Janeiro, em 19 de dezembro de 1990, com mais de 62 anos de jornalismo.
Em 1940, Fernando Sabino ingressou na Faculdade de Direito, mesma fase em que inicia no “Folha de Minas” como redator. Em 1941, publica no Rio de Janeiro, o livro de contos “Os Grilos não Cantam mais, seu primeiro lançamento literário.
Entre as suas obras mais recentes estão uma biografia da ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, de 1991; e o romance “Os Movimentos Simulados”, de 2004. Faleceu no dia 11 de outubro de 2004, em sua casa no bairro de Ipanema, após ter lutado contra um câncer de fígado.
Rubem Braga:
Em 1961, tornou-se embaixador do Brasil no Marrocos, nesta época já havia publicado “Ai de ti Copacabana”. Em 1968, com Fernando Sabino e Otto Lara Resende fundou a editora Sabiá. Rubem Braga ficou marcado por escrever crônicas de estilo poético, misturando lirismo e acontecimentos do dia-a-dia.
Luís Fernando Verissímo:
Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto.
Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Érico Verissimo.
Atividade proposta pela professora Ilvanita, de Língua Portuguesa, que nos orientou a pesquisar sobre os principais cronistas brasileiros, entre outros, para nos aprofundarmos em crônicas, gênero estudado em sala de aula.
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