sábado, 20 de abril de 2013

Música Amazônia - Roberto Carlos

  Uma das propostas do trabalho com o livro "Ekoaboka", foi encontrar uma música relacionada á algum capítulo do livro. Meu grupo selecionou a música "Amazônia" do Roberto Carlos e a relacionou com o capitulo três do livro.
  
  A relação apresentada entre a música “Amazônia” de Roberto Carlos  com o terceiro capítulo “Encontros”, são que ambas falam do desmatamento na floresta Amazônica.

  Há um momento em que Alex sai pela mata com alguns índios Abakêbyra para caçar. Após aproximadamente duas horas andando, alcançaram um antigo povoado ribeirinho, abandonado pelos moradores. Alex avista uns desconhecidos que saem de uma casa em ruínas, sobem numa espécie de trator e vão embora. Na lateral do veículo era possível ler a sigla ATC ( Asian Timber Corporation ). Uma madeireira asiática estava interessada no território dos abakêbyra. O Cacique Apoena há muito brigava com o governo, a fim de impedir que algum corrupto venda aquelas terras ricas em fauna e flora. Alex já havia visto uma reportagem na TV sobre os cupins asiáticos. Empresas que vinham e desmatavam áreas imensas da floresta para exportar madeira de volta para o seu continente. Eles não respeitavam a lei que exige o plantio de uma árvore a cada derrubada. 

 Veja a música:


Tanto amor perdido no mundo
Verdadeira selva de enganos  
A visão cruel e deserta  
De um futuro de poucos anos  
Sangue verde derramado  
O solo manchado  
Feridas na Selva  
A lei do machado 
Avalanches de desatinos  
Numa ambição desmedida 
Absurdos contra os destinos 
De tantas fontes de vida 
Quanta falta de juízo  
Tolices fatais  
Quem desmata, mata  
Não sabe o que faz 
Como dormir e sonhar  
Quando a fumaça no ar 
Arde nos olhos de quem pode ver
Terríveis sinais de alerta, desperta pra selva viver 

Amazônia, insônia do mundo
Amazônia, insônia do mundo
Todos os gigantes tombados 
Deram suas folhas ao vento 
Folhas são bilhetes deixados 
Aos homens do nosso tempo 
Quantos anjos queridos  
Guerreiros de fato  
De morte feridos  
Caídos no mato  
Como dormir e sonhar  
Quando a fumaça no ar 
Arde nos olhos de quem pode ver 
Terríveis sinais de alerta, desperta pra selva viver  

Amazônia, insônia do mundo...

  Letra retirada do site Vagalume


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Os índios e sua cultura


  Antes de assistir o vídeo, considerava que os índios eram pessoas fechadas somente para sua própria cultura, como nos é ensinado desde a infância. Porém após assistir o vídeo, percebi que a minha concepção sobre eles estava totalmente errada. Como muitos brasileiros, eu não sabia tanta coisa sobre índios.

  Os índios ainda existem em vários lugares do Brasil, a maioria absoluta ainda vive em ocas sim, porém eles também estudam como nós e trabalha também.

  Em 1500 viviam da pesca, caça e agricultura. Com o tempo e com a evolução humana, eles começaram a ter uma vida "normal".

  O intuito principal do vídeo é nos mostrar que existem muitos índios, e que eles vivem em ocas, pescando e caçando, mas também vivem entre nós. 


Atividade proposta pela professora Ilvanita Barbosa de Língua Portuguesa e professora Sueli Gama de História, que passou o vídeo em sala de aula e solicitou uma síntese sobre o mesmo.



 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Resumo do livro "Ekoaboka"

Capa do livro "Ekoaboka" - retirada do Blog Resumo do Cenário

  Tudo começou em 1972, quando certo estudante de biologia chamado Léo, ainda em sua juventude, participou do Projeto Rondon na Amazônia. Após conviver com índios, sua escassez de remédios e a temível malária, prometeu a si mesmo que ainda conseguiria a vacina para a cura da doença.

  Muitos anos depois, durante as férias de verão, a família de Léo, junto de Babu, passou uma temporada na Amazônia, vivendo em um barco-casa no meio da floresta. O motivo da viagem foi à prometida busca de Léo e Babu pela cura da malária.

  A esposa de Léo, Marina e seus dois filhos, Alex e Txai, estavam felizes com a experiência. Porém sua enteada, Chantal não estava nem um pouco contente com a viagem.

  Durante esses três meses, viveram dias intensos, onde puderam conhecer índios da tribo Abakêbyra e sua cultura.

  Dos novos integrantes da aventura, Alex foi quem mais se interessou, saindo para descobrir mais do novo local, agora sozinho. É nesse passeio que descobre um ritual indígena ocorrendo em uma clareira na floresta. Alex fica impressionado com tantos cantos, danças, cores e pinturas, e volta para o barco meio fora de si. Após tamanha curiosidade de Alex, Babu e João, um conhecedor dos índios da região vai com o garoto até a aldeia dos Abakêbyra, povo do qual ele viu o ritual no dia anterior.

  Na nova visita a aldeia, depois de alguns dias, Alex é apresentado á Catu, um índio de sua idade e muito legal. Eles se tornam grandes amigos.

  Durante uma das caminhadas de Alex com seu novo amigo pela floresta, encontraram Chantal na prainha. Foram até lá para pescar, enquanto isso Chantal ficou os observando da areia. Ela se apaixonou a primeira vista pelo exótico índio. Alto, de cabelos lisos e negros e com aparência forte.

  Aconteceram algumas coisas nesse dia entre Chantal e Catu, pois Catu tacou pedrinhas em Chantal para chamar sua atenção, mas a menina entendeu errado e tomou providências desagradáveis. 

  Passado algum tempo, Chantal descobriu o verdadeiro significado das pedrinhas, então foi á procura de Catu para se desculpar. Como a paixão que ele sentia por ela era recíproca, Chantal fez a brincadeira do bem-me-quer mal-me-quer com Catu, mas com medo de cair no mal-me-quer, ela o beijou ante mesmo da brincadeira acabar. A partir daí, Chantal começou a se interessar pela temporada que viveria na Amazônia.
  
  Chantal e Catu foram se conhecendo cada vez mais, e quase todos os dias Chantal ia andar pelas matas para encontrá-lo. Eles estavam realmente vivendo um amor muito intenso, tiveram muitos momentos marcantes juntos. Seu irmão Alex, já estava meio desconfiado do que estava acontecendo, mas resolveu não se manifestar.

  Babu e Léo iriam passar alguns dias fazendo pesquisas, então não ficariam no barco naquele período. Marina estava sozinha no barco e decidiu aproveitar o dia. Foi até a prainha para se refrescar na água, mas logo que entrou na água desmaiou, graças à carga elétrica que um Poraquê havia deixado por lá. Por sorte, Catu e Chantal estavam passando pela praia naquele momento, e logo que viram, levaram-na até a aldeia.

  Chegando lá, pajé cuidou de Marina e disse que não havia sido um choque grande, mas que ela teria que ficar ali na tribo para cuidados por alguns dias.
  
  Alex, Txai e Chantal ficaram entusiasmados por passarem aqueles dias na aldeia, então Alex foi até o barco pegar algumas roupas e deixar um bilhete para Léo caso eles voltassem antes da expedição.

  Taciatã, mãe de Catu, graças ao seu dom dado por Tupã, sonhou com Tupã entregando-lhe uma flor para ser entregue para o homem branco, justificando que essa ajudaria tanto eles como seu povo. Taciatã, pela primeira vez não acatou ás ordens de Tupã, pois jamais ajudaria aquelas pessoas, e Tupã, não satisfeito trouxe conseqüências para toda a tribo deixando o melhor de seus caçadores doente. As últimas palavras de Bakunauê foram “Tupã te perdoa” para Taciatã. Por não ter atendido á seu pedido, Tupã envia uma mensagem ao cacique Apoena, que questiona a atitude de Taciatã e a convida para ir com ele até o Vitoria Régia entregar a planta como deveria.

  Aquela planta foi decisiva para a busca da cura da malária, era ela que faltava! Léo e Babu ficaram muito animados com a visita, e com aquele presente tão grande.

  Alguns dias antes de partir, Alex estava confuso. Então, certo dia resolveu conversar com seu pai e dizer que não faria mais faculdade de informática, e sim antropologia. Também disse que pretendia passar mais alguns meses vivendo ali com índios até o meio do ano. Léo ficou muito orgulhoso do filho e super feliz por saber que ele havia tomado aquelas decisões por vontade própria.

  Chegou à hora de partir, e foi um momento de certa forma triste, pois voltariam em menor quantidade e Chantal estava se separando de seu amor. Aquela viagem havia mudado a vida de todos dali. Chantal se apaixonou verdadeiramente pela primeira vez, Marina faria o seu primeiro trabalho de fotografias independentes com fotos das mulheres artesãs, Alex mudou totalmente seu futuro e Txai pode conhecer uma nova cultura desde novo.

  Ekoaboka, cujo significado é “mudança” define exatamente o que foi aquela primeira etapa da aventura para toda a família. 

Resumo do livro "Ekoaboka" trabalhado em sala de aula. Atividade realizada sob a orientação da professora Ilvanita.

sábado, 6 de abril de 2013

Soneto: Língua de Índio

Imagem retirada do site Nachaca

Pela internet eu conheci
Um garoto que falava tupi.
Curumim Poranga era seu nome virtual
Foi aí que percebi que ele não era "normal".

Sua mãe era índia e o chamava assim
Agora entendi, o porquê de Curumim.
Decidimos então que Poranga escreveria
Na língua de índio e me ensinaria.

Paçoca, mandioca, pipoca e Ibirapuera.
Tietê, Ipiranga, maracujá e quirera.
Oras, e isso é língua de índio?

Reforcei que gostaria de saber
A língua dos índios, e assim aprender. 
"Homem da cidade fala indígena, mesmo sem perceber!"

Escrito por: Natalia Marchioni Quadrado. Atividade realizada sob a orientação da professora Ilvanita, com o objetivo de produzirmos um soneto baseado em um trecho do livro "Curumim Poranga" de Neli Guiguier.


Acidente Planejado

  Lúcio era um homem cobiçado por muitas mulheres. Alto, loiro e dos olhos verdes. O que poucos sabiam era que também havia um homem confuso com os próprios sentimentos, muitas vezes indeciso e impaciente.

  Sempre foi um empresário bem sucedido. Lúcio tentava provar como tinha conquistado tudo aquilo sozinho e o quão ele era esforçado. Ao fim, sempre completava sua frase dizendo que aquilo tudo interessava somente á ele e a mais ninguém. Oras, por que falas então?

  Sua maior fraqueza, era de longe seu coração apaixonado. Já fizera as maiores loucuras por Marina, mas ela não se importava. Mesma a amando, Lúcio prometeu esquecê-la. As pessoas acreditavam que um dia, isso realmente aconteceria, mas ele sabia que era mentira.

  Ele não sabia o porquê de ser ela e nem queria saber. O mais importante ele tinha e disso, só ele e Marina sabiam verdadeiramente. 

  Apesar da resistência da amada, ele sabia que mesmo não querendo, ela sabia da intensidade dos sentimentos de Lúcio e os via da mesma forma que ele, como amor verdadeiro.

  Já era rotina as declarações do homem. Todos os dias, em frente ao prédio de Marina, declamava as mais lindas palavras.

  Marina já estava cansada de guardar seus sentimentos para alguém que não a merecia. Foi atrás de Lúcio, e contou todos os seus medos para ele. Então, nesse momento, Lúcio teve certeza de seus sentimentos por ela. 

  Eles ficaram juntos e Lúcio não se preocupava se no começo o amor que sentia por Marina, não fosse recíproco. Ele via o amor nascendo ali e era só o que importava naquele momento.

  Marina via o mesmo. Um amor que ainda iria evoluir, o amor que os manteve unidos por muito tempo...

Imagem retirada do Fotolog - Alguns Detalhes

 Escrito por: Natalia Marchioni Quadrado. Atividade realizada sob a orientação da professora Ilvanita, com o objetivo de produzirmos uma história baseada na música "Quase sem querer" - Legião Urbana.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Influência indígena no nosso vocabulário

  A partir da busca feita no livro "Essa terra tinha dono", dos autores Benedito Prezia e Eduardo Hoornaert feita na biblioteca escolar, pude perceber que a língua brasileira tem muitas influências indígenas. 

 A influência na língua portuguesa pode ser encontrada em nomes de frutos (jabuticaba), nome de lugares (Ibirapuera), de animais (tucano, jacaré) e até mesmo em nomes de personagens do nosso folclore, como o Saci.

  Existem diversas palavras indígenas em nosso vocabulário, de diversas tribos indígenas, porém há mais influência da tribo Tupi. 

Atividade desenvolvida em 08 de março de 2013, na biblioteca escolar, com o objetivo de conhecermos novas palavras indígenas para iniciação do trabalho com o livro "Ekoaboka - Jornadas na Amazônia". Atividade foi supervisionada pela professora de Língua Portuguesa, Ilvanita.

Carta: O recurso mais precioso

 São Bernardo do Campo, 04 de março de 2013

  Ilustríssimo Senhor Prefeito, Luiz Marinho,

  Estou lhe escrevendo essa carta para discutir um assunto de extrema importância, para todos nós: a água.

  Infelizmente, a maioria da população não está sabendo usar esse recurso de forma adequada. 

  Eu tenho certeza de que todos sabem dua importância, mas muitos ignoram esse fato. As pessoas andam esquecendo que a nossa vida depende da água. Como já dizem, nós podemos passar 40 dias sem alimentos e continuaremos vivos. mas três dias sem água, já nos leva á morte.

  Além disso, é a água que gera a energia hidráulica, que nos diverte nos dias quentes, que nos aquece durante o banho e que nos alimenta.

  É impossível afirmar que a água é um recurso dispensável e que não têm importância, pois isso é mentira. Se for parar para pensar, a verdade é que dispensáveis somos nós, pois a água continua sem o ser humano, já o ser humano não sobrevive sem a água.

  Tempos atrás, como diz minha mãe, acreditava-se que a água doce era infinita, e ainda existem pessoas hoje em dia que ignoram que tal informação é falsa.

  A água é muito mais que um preciosidade, e com toda certeza vale mais que um diamante. Eu digo isso, pois sei que sem ela, nós não seríamos absolutamente nada!

  Preservo-a da mesma forma que preservo a minha vida e acho que todos deveriam fazer o mesmo. Falo e faço isso, pois, como muitas pessoas, sonho em ter filhos, netos, bisnetos e assim por diante...

  Agora, peço-lhe ajuda, para alertar a população de forma que todos entendam a importância da água, pois se cada um contribuir, será possível manter essa joia tão rara e com isso, preservar as nossas vidas e as próximas gerações. 

 Grata pela atenção,
Natalia Marchioni Quadrado


Atividade desenvolvida em 05 de março de 2013, sob a orientação da professora Ilvanita, com o intuito de produzir uma carta a partir do tema "água".
  

O relógio de pulso

Dunas - Imagem retirada do blog Barlavento
  No clarão do meio-dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca. Tudo o que queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.

  Ao subir o morro, atrás das dunas, encontrou uma pequena sombra para o seu esperado descanso.

  Sentou-se e ali ficou por um bom tempo refletindo sobre sua vida. Quando já estava descansado, decidiu se levantar e continuar sua caminhada.

  Foi nesse momento que Pedro viu um pequeno relógio de bolso. Quando decidiu apanhar tal objeto, surpreendentemente o relógio de abriu e começou a girar rapidamente. Então, surgiu um papel e uma caneta em seu lugar. Nesse estava escrito "ESCREVA AQUI A DATA NA QUAL VOCÊ GOSTARIA DE VOLTAR".

  Pedro ficou extremamente assustado com aquela cena, mas decidiu arriscar. Pegou a caneta e escreveu na folha misteriosa "31 DE MARÇO DE 2010". O dia anterior á morte de seu pai.

  Diferente dos filmes, Pedro apenas desmaiou e acordou na data desejada, com plena consciência do que havia acontecido.

  Como não queria perder tempo, foi até a casa de seu pai e levou-o para caminhar no parque da cidade. Durante a caminhada, conversaram bastante e se divertiram como nunca. No final da tarde, Pedro levou seu pai de volta para casa, e lá assistiram um jogo de futebol que passava na TV.

  Estava chegando a hora de partir e ao se despedir, Pedro disse algo ao seu pai que ele jamais esperava ouvir de um filho tão marrento: "Eu te amo pai!", e a resposta também inesperada por vim de um pai tão rígido, foi: "Eu também te amo meu filho!".

  Pedro saiu chorando, pois sabia que aquela seria a primeira e última vez que ouvira tal frase de seu pai.

  De repente, Pedro acordou nas dunas assustado, como se tudo aquilo não tivesse passado de um sonho. Então se levantou e continuou sua caminhada pela terra quente e seca das dunas.

  Escrito por: Natalia Marchioni Quadrado. Atividade realizada sob a orientação da professora Ilvanita, com o objetivo de produzirmos um história com final surpreendente.

terça-feira, 19 de março de 2013

As cerejas - Lygia Fagundes Telles

Lygia Fagundes Telles
Imagem retirada de Magnâmica

  O conto "As Cerejas" se inicia com a madrinha tecendo uma cortina de crochê, e dizendo repetitivamente "Vocês não viram os meus óculos?". 

  Enquanto isso, sua afilhada corria pela casa, e sua cozinheira, Dionízia, preparava as receitas para a visita da tia Olívia.

  A tia acabara de chegar, muito vaidosa, com um galho de cereja pendurado entre seu decote. Julia ficou extremamente encantada, pois era a primeira vez que via cerejas, sem ser em papel. Sua tia, trouxe com ela, Marcelo, um homem elegante e que assim como seu pai, cavalgava muito bem.

  Ambos pareciam se estranhar. Chovia, e logo a afilhada ficou doente. Um tempo depois, a visita se foi e Olívia deixou as cerejas para a menina.

Atividade proposta pela professora Ilvanita, de Língua Portuguesa, que nos orientou a ler este conto, entre outros, para nos aprofundarmos nos contos psicológicos, gênero estudado em sala de aula.

O Búfalo - Clarice Lispector

  Esse conto apresenta a história de uma mulher que é rejeitada por seu amado, e decide ir até o Zoológico para tentar encontrar o ódio nos animais. Mas, para sua infelicidade, ela acaba encontrando amor nas atitudes dos animais ao invés do desejado ódio.

  Durante sua busca por tal sentimento horrível, acabou encontrando o amor nos leões, na girafa, no macaco... até mesmo o camelo fez com que ela pensasse na paciência. Os animais que ela vira, trouxeram-lhe apenas bons sentimentos até esse momento. Em qual animal estaria o ódio?


  Continuou sua busca pelo Zoológico, então encontrou o búfalo. Ela ficou desconfiada, pois tinha a impressão de que o animal negro a olhava. Ela desviou o olhar, e sentiu seu coração acelerado.


  Após sentir algumas coisas "ruins", olhou novamente para o animal e dessa vez, ele parecia maior. Foi então, que ela começou a provocá-lo, tacando pedras e gritando. O ódio nasceu dentro dela e depois de alguns instantes, quando o búfalo a encarou... "Eu te amo, disse ela para o homem cujo grande crime impunível era o de não querê-la. Eu te odeio, disse implorando amor ao búfalo."


  O búfalo, começou a se aproximar da mulher, mas ela não recuava nenhum passo sequer. Ficou espantada com o olhar do búfalo, mas estava "presa" ali. Antes de seu corpo cair no chão, viu apenas o céu e o búfalo.


Atividade proposta pela professora Ilvanita, de Língua Portuguesa, que nos orientou a ler este conto, entre outros, para nos aprofundarmos nos contos psicológicos, gênero estudado em sala de aula